Juliana Loureiro
Juliana Loureiro Silva é antropóloga, fotógrafa e documentarista, com doutorado e mestrado em Antropologia (PPGSA/UFRJ) e graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atua nos campos temáticos e etnográficos da antropologia visual, das religiões de matriz africana, da cultura popular, do patrimônio cultural imaterial, da política, dos direitos humanos, da economia e do meio ambiente; com populações urbanas e rurais e povos e comunidades tradicionais. Sua tese de doutorado Encantaria Quilombola: uma etnografia fílmico-fotográfica do atuar dos encantados junto à comunidade rural negra maranhense de Santa Rosa dos Pretos, no ano de 2024, foi premiada com o primeiro lugar no Concurso Sílvio Romero de Monografias sobre Folclore e Cultura Popular do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, por meio do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular CNFCP/IPHAN/MinC. Em 2022, a mesma autarquia, concedeu a terceira colocação do Prêmio Mário de Andrade de Fotografias Etnográficas para sua foto intitulada Coreira do tambor de crioula de Santa Rosa dos Pretos dança com São Benedito. Nesse mesmo ano, o Prêmio Pierre Verger, da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), concedeu uma menção honrosa ao seu ensaio fotográfico O Invisível Fotografado. Durante o doutorado, suas atividades de formação, pesquisa e extensão foram realizadas junto ao Núcleo de Experimentações em Etnografia e Imagem (NEXT Imagem) e ao Núcleo de Arte, Imagem e Pesquisa Etnológica (NAIPE) da UFRJ; e ao Grupo de Pesquisa Religião e Cultura Popular (GPMINA) e ao Museu Afrodigital do Maranhão (MAD/MA), ambos associados ao Departamento de Antropologia e Sociologia da UFMA, no qual foi Professora Substituta de Antropologia (2020/2022). No mestrado, vinculada ao Núcleo de Antropologia da Política (NuAP/UFRJ), defendeu a dissertação Petróleo à vista: o meio ambiente na política local. Foi pesquisadora PIBIC/CNPq no Núcleo Urbano Industrial (NURBI/UFRJ), para a pesquisa Trabalho em domicílio e novas contratualidades, e no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano Regional (IPPUR/UFRJ), no âmbito do projeto Meio Ambiente, Economia e Política, do núcleo de pesquisa Estado, Trabalho, Território e Natureza (ETTERN), desenvolveu a pesquisa Repertório Crítico de Metodologias do Zoneamento Econômico Ecológico da Amazônia Legal. Atualmente é pesquisadora colaboradora nos grupos de pesquisa SMARTIE Laboratório de Formas Agentivas e Expressivas da UFRJ e no Pisada – Pesquisas em Dança e Antropologia da UFPE. Na consultoria ambiental assumiu coordenação técnica e gerência executiva de estudos e programas socioambientais em diferentes regiões do Brasil. O Projeto de Educação Ambiental Humano Mar, com oficinas de cinema, produção comunitária de documentários e observatórios ambientais, que concebeu e coordenou, recebeu, em 2007, o Prêmio Brasil Ambiental da Câmara de Comércio Americana. Os documentários que dirigiu, Maniva Dá Vida, em 2005, e Humano Mar, em 2006, receberam o prêmio de melhor filme na Mostra Nacional de Vídeo Ecológico de Bonito.
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