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    • Sobre a censura de Crivella na bienal do livro – Rio de Janeiro, 2019

    Sobre a censura de Crivella na bienal do livro – Rio de Janeiro, 2019

    • Categorias Crônicas de Pesquisa, Novidades
    • Data 17 de setembro de 2019
    • Comentários 0 comentário

    Realizei há três semanas grupos focais no RJ para uma pesquisa do Cebrap. Entre os vários temas, havia uma sequência de questões sobre LGBT. Quase todos os participantes, no início, declararam-se sem preconceitos. Vários tinham parentes gays afetivamente muito próximos. Aí eu perguntava como cada um reagiria ao ver troca de afetos entre pessoas do mesmo sexo em lugares públicos (no shopping, na rua, no ponto de ônibus). Imediatamente vários disseram considerar indecoroso quando exagerado, pois parecem querer ofender e agredir. E, como forma de não parecer discricionário com os gays, disseram condenar também os mesmos atos entre os casais heterossexuais.
    Mas a coisa mora no detalhe, e eu insistia: “Estou perguntando sobre afetos públicos entre homossexuais que você considera aceitável entre heterossexuais”. A partir daí aparecia uma miríade de reações que foram da tranquila normalização à acintosa condenação, e com muitas coisas, muitas mesmo, intermediárias e ambíguas.
    Algumas impressões iniciais: a) a consciência coletiva de que o mundo mudou e a presença pública dos LGBT é fato; b) o nível de aceitação aumenta consideravelmente quanto mais jovem; c) as opiniões variaram conforme a identidade religiosa, mas menos do que o esperado pelo o senso comum acadêmico, isto é, foi possível identificar um conservadorismo de fundo que atravessa os pertencimentos religiosos; d) o argumento de maior autoridade por ancorar-se no funcionamento da natureza foi a vinculação entre sexualidade, gênero e reprodução. Esta última determinaria as duas primeiras. Daí a conclusão de um participante: “Isto [a homossexualidade] é comum, mas não é normal”; e) por fim, dois pânicos orientavam os que condenaram a publicidade da homossexualidade: “a ameaça à família tradicional” e “a inocência das nossas crianças”. Para não as assustar, os gays deveriam voltar para o armário.

     
    Ronaldo Almeida

    Tag:religião e política

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